Pular para o conteúdo principal

ECRANS

ECRANS
1 O ecran é constituído por um suporte de material radio transparente e de plástico ou outro similar.
2 A emulsão deverá ser uniforme em espessura e número igual de cristais por cm2.
3 A intensidade da luz emitida pelo ecran é diretamente proporcional à quantidade de raios X recebida e ao tamanho dos cristais.
4 A nitidez da imagem é inversamente proporcional ao tamanho dos cristais.
5 Para um mesmo efeito luminescente, os ecrans de cristais maiores requer menos raios X.
6 A sensibilidade do ecran é maior quando constituído por cristais maiores e é chamada de ecran rápido.
7 Se os cristais que o constituem forem menores a sua sensibilidade será menor e é denominado ecran lento.
8 Para um mesmo efeito luminescente o ecran lento requer mais raios X.
9 Por menor que sejam os cristais utilizados nos ecrans a nitidez da imagem radiográfica é sempre, menor do que as radiografias tomadas sem ecran.
10 Os ecrans rápidos são utilizados em radiografia que não requeira grande nitidez e que, exija pequena dosagem (tempo de exposição curto). Radiografia de tubo digestivo, por exemplo.
11 Os ecrans lentos são utilizados para radiografias de órgãos fixos e de movimentos voluntários (controláveis). Exemplo: radiografia do esqueleto.
12 A ação dos ecrans intensificadores não infui na potência da radiação. A imagem se intensifica (fica mais forte), porém a qualidade e a intensidade da radiação continua inalterada.
13 Para um mesmo grau de intensidade da imagem, a radiação necessária é bem menor. Por este fato, em proteção e higiene das radiações, os ecrans são considerados um meio de proteção.
14 Em serviço de radiologia geral deve-se utilizar sempre ecrans de sensibilidade uniforme. A variação propicia erros que causam danos materiais e radiação desnecessária.
15 Os ecrans deverão manter um contato uniforme com o filme.


MANUTENÇÃO DOS ECRANS
Diariamente abrir o chassis e proceder a limpeza dos ecrans retirando impurezas e resíduos de papel ou do acolchoado com algodão seco.
Evitar a queda do chassis.
Para colocação do filme, manter o chassis com a tampa para baixo e para retirar o filme colocar o chassis sobre a mesa com a tampa para cima.
Não toque na superfície do ecran, principalmente com os dedos úmidos de químico ou suor.
Jamais tente tirar impurezas assoprando. Utilize pincel macio ou algodão seco.
Eventualmente os ecrans poderão ser lavados com algodão embebido de um químico especial ou com água e sabão neutro. A lavagem deverá ser efetuada com grande cuidado.
Após a lavagem, secar com mecha de algodão seco.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Forames do Crânio

Principais Forame do Crânio I. Fossa Craniana Anterior: -Lâmina Crivosa - nervo olfatório (NC I) -Nervo Óptico - Canal Óptico (NC II), artéria Oftálmica II. Fossa Craniana Mediana: -Fissura Orbital Superior - Oculomotor, Troclear, e nervo Abducente (NC III, IV, divisão do VI), nervo oftálmico do nervo Trigêmeo (NC V), veia oftálmica superior -Forame Redondo - nervo Maxilar divisão do nervo Trigêmeo (NC V) -Forame Oval - nervo Mandibular divisão do nervo Trigêmeo (NC V) (contém divisão motora), Nervo Petroso inferior (do NC IX), artéria meníngea adicional -Forame Espinhoso - artéria meníngea mediana -Forame Lacerado - artéria Carótida interna (os nervos petrosos maiores e profundos passam através, mas não por) III. Fossa Craniana Posterior: -Canal Carotídeo - artéria carótida interna, plexo Simpático, -Meato Acústico Interno - nervos facial e vestibulococlear (NC VII e VIII), nervos intermédios -Forame Jugular - nervo petroso inferior; seio sigmóide, Glossofaringeo, Vago, e nervos acess...

Pólipos nasais

Os pólipos nasais são formações carnudas da membrana mucosa nasal. As pessoas que sofrem de alergias que afectam o nariz (rinite alérgica) têm tendência para ter pólipos nasais. Os pólipos também podem formar-se durante infecções e desaparecer uma vez que esta diminua de intensidade. Os pólipos costumam crescer nas áreas onde a membrana mucosa se inflamou devido a uma acumulação de líquido, como na zona que rodeia as aberturas dos seios dentro da cavidade nasal. Enquanto se está a desenvolver, o pólipo assemelha-se a uma lágrima e quando está maduro parece-se com uma uva pelada sem grainha. O uso de um aerossol nasal com corticosteróides em certos casos diminui o tamanho dos pólipos ou elimina-os. Se os pólipos obstruírem o canal respiratório, é necessário recorrer à cirurgia. O mesmo se passa se causarem infecções nos seios ao obstruírem a sua drenagem ou se estiverem associados a tumores. Os pólipos voltam a crescer, a menos que a alergia ou a infecção subjacente seja controlada, mas...

Joelho

Anatomia dos Ligamentos do Joelho Os ligamentos cruzados são as estruturas responsáveis pela estabilidade do joelho e estão localizados no centro da articulação. O ligamento cruzado anterior (LCA) assim como o posterior (LCP), são extra sinoviais, apesar de intra-articulares. Eles recebem esta denominação de acordo com sua inserção tibial, e por se cruzarem no centro do joelho. O ligamento cruzado anterior origina-se na parte posterior do fêmur e insere-se anteriormente na tíbia, sendo que o ligamento cruzado posterior faz o trajeto contrário, originando-se anteriormente no fêmur e inserindo-se posteriormente na tíbia. Embriologia Os ligamentos cruzados surgem no embrião por volta do 45º dia, juntamente com os ligamentos colaterais, aparecendo como um conjunto de células orientadas, simulando os ligamentos cruzados na forma adulta. Anatomia LCA A origem femoral do ligamento cruzado anterior, esta localizada na porção póstero-lateral do intercondilo. A origem femoral tem uma forma co...