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Doença de Gaucher

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Atendendo a pedidos O que é a Doença de Gaucher? A Doença de Gaucher é uma doença genética, progressiva, e a mais comum das doenças lisossômicas de depósito, que recebem esse nome devido ao acúmulo de restos de células envelhecidas depositadas nos lisossomos (pequenas estruturas celulares que contêm enzimas essenciais ao equilíbrio do organismo). Essas doenças fazem parte de um conjunto de mais de 40 enfermidades genéticas que têm como característica a deficiência de uma ou mais enzimas. A enzima que falta nas pessoas com Doença de Gaucher é a ß-glicosidase ácida, ou glicocerebrosidase. Sua função habitual, nas pessoas sem a doença, é fazer a “digestão” de um substrato lipídico (tipo de gordura), o glicocerebrosídeo, dentro da célula. Por causa da alteração no gene que produz a enzima, seu nível é insuficiente e ela não consegue, com a rapidez necessária, decompor o substrato, que então se acumula nos lisossomos. Os lisossomos situam-se no interior dos macrófagos, que funcionam como cé...

Radiologia industrial

Apostila Didatica Radiologia Industrial

Proteção radiológica

raiox

Empiema subdural

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Etiologia e Patologia A maioria dos casos são complicações de infecções em seios (especialmente frontal e etmóide)mas outras ocorrem em seguida à infecções de ouvido, trauma cerebral ou cirurgia, e bacteremia devido a infecções pulmonares. Em crianças com O indivíduo apresenta cefaléia, deficiência neurológico focal e convulsões por vários dias e sem tratamento progride rapidamente para coma e óbito, devido quadro de hipertensão intracraniana.

Massa abdominal

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Paciente 77 anos com quadro de dor abdominal e vômitos a três dias. RX simples do admome mostra massa no hipocôndrio esquerdo de +/- 30 cm. Nos cortes axias grande massa de densidade de líquido, ocupando a metade esquerda do abdome e deslocando as alças intestinais para baixo e para direita. Apresenta contornos de paredes calcificadas em íntimo contato com o parênquima renal esquerdo. Reconstrução coronal e sagital mostra o tamanho da lesão de conteúdo cístico e nível aéreo, justificando assim desconforto sentido pela paciente.

Quadril perfil

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1, Sínfise púbica. 2, Forame obturado. 3, Ísquio. 4, Trocanter menor. 5, Fémur. 6, Cabeça do fêmur. 7, Espinha Ilíaca ântero-Inferior. 8, Fossa acetabular. 9, Espinha Ilíaca ântero-Superior.

Quadril AP

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1, Acetábulo. 2, Cabeça do fêmur. 3, Trocanter maior. 4, Trocanter menor. 5, Fêmur. 6, Forame obturado. 7, Ramo inferior do púbis. 8, Ramo superior do púbis. 9, Sacro. 10, Asa do ilíaco.